Projeto artístico de intervenção pública

3ª edição - 23 a 28 de Julho 2012

TROCA-SE POR ARTE

Troca-se por arte é um projecto de divulgação da cidade e dos nossos artistas, em colaboração com os proprietários das lojas de comércio tradicional da cidade invicta. O objetivo é mostrar alguns artistas que consideramos promissores e talentosos e durante uma semana deslocá-los do circuito regular da arte. Durante esse Período as montras das lojas transformam-se em galeria aberta. Esta acção não tem fins lucrativos e só vem tentar dinamizar o comércio e fazer com que o público se atente mais com a arte, a arquitectura, e com a noção de cidade viva.

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Troca-se por Arte is a project to make the town and our artists known to the public, in cooperation with traditional trade shop owners in the town. The aim is to show some of the artists we consider promising and talented and, for une week, move them from the regular art circuit. During that period of time the windowshops become an open gallery. This is a non-profit event and its only purpose is to try to bring some dynamics to commerce and draw people's attention to art, architecture, and to the idea of a lively town.

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Troca-se por Arte est un projet de divulgation de la ville et de nos artistes, en collaboration avec les propriétaires des vitrines des commerces tradicionaux de la ville de Porto. L'objectif est de montrer certains artistes que nous considérons prometteurs et talentueux, et, durant une semaine les déplacer du circuit régulier du marché de l'art. Durant cette période les vitrines des boutiques se transformeront en gallerie ouverte. Cette action sans but lucratif, vise dynamiser le commerce et capter l'attention du public sur l'art et l'architecture, soulignant la notion de ville vivante.


20.7.12

27.7.11

MANUEL SANTOS MAIA / CASA AFRICANA


Non - Casa Africana – Duas canções para os Portuguêses Moçambicanos, 2011

Site specific - objectos e tinta sobre vidro
Texto de Manuel Santos Maia e Gabriela Llansol
Dimensões variáveis



PAULO MENDES / RUBI


S de Saudade, Restos de Colecção
Concepção e interpretação de Paulo Mendes, 2011

Performance / instalação realizada originalmente para a montra da loja Rubi.

Paulo Mendes – www.paulomendes.org







30.6.11

13.6.11

Miguel Flor e Nuno Paiva/ Garagem do comércio do Porto


Título – “O Encoberto”
Ano - 2011
Instalação – cobertores isotérmicos de emergência sobre automóveis
Local – Garagem do Comércio do Porto
Autoria – Miguel Flor e Nuno Paiva

1. “O Encoberto” é uma instalação performativa e interactiva, através da qual se pretende que o utente do espaço, Garagem do Comércio do Porto, seja um dos elementos construtores da peça. O objectivo é encobrir a função do espaço, não a escondendo totalmente, pela criação de ruído que não é suficiente para a esconder. A forma sugere mas não permite o reconhecimento pela de anulação da identidade individual.

2. O encoberto é um estado de incerteza, algo ou alguém que está presente mas que ainda não se deu a conhecer, algo que está envolto em segredo e que sugere curiosidade e esclarecimento. Um estado de suspensão que antecede um estado de medo, de êxtase ou mesmo de desilusão.

3. “Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer.

Brilho sem luz e sem arder,
Como o que o fogofátuo encerra
Ninguém sabe que coisa quere.
Ninguém conhece que alma tem,

Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.

Ó Portugal, hoje és nevoeiro...
É a Hora! “

Extracto de “O Encoberto”, terceira parte do livro “A Mensagem” de Fernando Pessoa.




2.6.11

Carla Filipe / Passos Manuel





Carla Filipe
S/ Título, 2009
5 cartazes concebidos para a exposição "Choking Pinks"
Festival Queer Lisboa- Cinema Gay e Lésbico, 13º edição
Cinema de S.Jorge, Lisboa

31.5.11

Ana Alves da Silva / Novalma


Num espaço privilegiado para captar as reacções do público transeunte, a montra da Novalma na Rua de Sta. Catarina no Porto, transformo-me em artista por 3 dias e apresento “Isto é arte!” (Duchamp). O que importa aqui é subverter, criar estranheza no observador e apresentar pregos como arte. Objectos retirados do mundo das coisas insignificantes e transformados em obra de arte de valor acrescentado à medida que são observados e encarados como tal.
A condição de objecto de arte é um atributo que em determinado contexto cultural, social ou político determinadas pessoas atribuem a esse objecto. Estes pregos podem ou não ser arte, o que interessa é provocar uma reacção crítica no observador e leva-lo a agir neste processo criativo, questionando o valor da peça, do artista e eventualmente da arte contemporânea.

título: “Isto é arte!”, NY 1917
técnica: pregos sobre madeira, 50X70cm

Cláudio Filipe Vieira/ Casa Othelo







cascas

24.5.11

Sofia Leitão/ Baptista Joalheiros e Antiquários





Sofia Leitão

Dissipação #4, 2011

Altura 72 cm
Profundidade 92
largura 73cm